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December 7th, 2014 @ 5:11 pm | 295 views

HOJE (07/12/2014), às 19h, tem entrevista com o KORZUS OFFICIAL, no programa “Pegadas de Andreas Kisser” na 89 FM – A Rádio Rock!!!
Quem não for de SP (CAPITAL), ouça em www.radiorock.com.br


November 28th, 2014 @ 2:04 pm | 227 views

“Legion” foi recentemente lançado, mas já é considerado um dos melhores discos de 2014 – foto: Pati Patah

O Korzus, um dos maiores ícones do heavy metal brasileiro, já está colocando o pé na estrada para promover o aclamado novo álbum “Legion” pelo país. Após devastadora performance no Espaço das Américas, em São Paulo, o grupo foi confirmado como headliner da edição comemorativa de 20 anos do tradicional Goiânia Noise Festival. O evento, que será realizado nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Centro Cultural Oscar Niemeyer e no Centro Cultural Martin Cererê, em Goiânia, também contará com a participação de Biohazard (EUA), Terrorizer (EUA), Matanza e Cachorro Grande, entre outros.

No repertório, além das novas composições, Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria) devem executar clássicos como “Correria”, “Mass Illusion”, “Discipline of Hate”, “Never Die”, “Guilty Silence”, “Ties of Blood”, “Raise Your Soul”, “Truth”, “I Am your God”, “What Are You Looking For”. Mais informações em http://goianianoisefestival.com.br.

Celebrando inigualáveis 31 anos de carreira, o quinteto paulista novamente coroa sua respeitável discografia com mais um grande trabalho. “Legion” já vem sendo considerado um dos melhores lançamentos do metal nacional em 2014 e é a perfeita evidência de que a banda está cada dia mais forte, insana e devastadora, fazendo com que seu thrash metal ecoe pelos quatro cantos do planeta.


November 27th, 2014 @ 12:41 pm | 196 views


A ideia de juntar várias celebridades do metal internacional em um mesmo show não é ruim. Mas tudo isso vai por água abaixo quando essas mesmas celebridades fazem tudo nas coxas, sem respeito algum pelos fãs que tiveram a coragem de pagar para presenciar tal cretinice. Afinal, basta subir ao palco, tocar e cantar duas ou três músicas, e o seu já está garantido. Pois foi exatamente essa impressão que tive ao presenciar esse Metal All Stars na noite de ontem (22) no Espaço das Américas, em São Paulo: uma verdadeira reunião de músicos que em momento algum estavam realmente comprometidos com aqueles que realmente importavam: os fãs.

Tudo já começou a dar errado alguns dias antes do evento. Boatos nas Redes Sociais davam entender que alguns artistas cancelariam sua participação. Dito e feito. Um dia antes do show, a produtora confirmou que quatro não viriam: Chuck Billy (Testament), Joey Belladonna (Anthrax), Cronos (Venom) e Gus G (Ozzy Osbourne). Ou seja, justamente a galera mais esperada não iria comparecer. Mas tudo bem, ainda teríamos Zakk Wylde (Black Label Society, ex-Ozzy Osbourne), Max Cavalera (Cavalera Conspiracy, Soulfly), David Ellefson (Megadeth), Geoff Tate (ex-Queensrÿche), Blasko (Ozzy Osbourne), Kobra Paige (Kobra and the Lotus), Vinny Appice (ex-Black Sabbath e Dio), James LaBrie (Dream Theater), Ross the Boss (ex-Manowar). Não está faltando mais alguém? Sim. O baterista Carmine Appice fora anunciado como um dos que participariam da festa, mas nem deu as caras por lá.

Para suprir o desfalque, restou convidar músicos brasileiros para ir lá dar uma força. E foi exatamente esse pessoal que salvou o evento. Entre eles, Baffo Neto (Capadocia), Rodrigo Oliveira (Korzus), Bill Hudson (Jon Oliva’s Pain), Rodrigo Simão (Dr. Sin), Kiko Loureiro (Angra) e Felipe Andreoli (Angra).

Fora todo esse amontoado de problemas, outro fato relevante também não ajudou para que o Metal All Stars fosse lembrado com mais carinho: o horário. Todos sabem que metrô em São Paulo funciona até 1h00m aos sábados. Porém, as primeiras bandas começaram a tocar às 21h30! Ou seja, seriam três bandas de abertura, com cerca de 45min cada, e só depois as atrações principais. Se você tem carro ou dinheiro para pagar um táxi na hora de ir embora, tudo bem. Mas e quem depende de metrô, como fica? Detalhezinhos “insignificantes” que devem ser levados em conta pela produtora na hora de organizar um evento como esse. Afinal de contas, nem o “Monsters of Rock” acabou tão tarde na sua última edição.

Entre as bandas de abertura estava o Capadocia, de Santo André-SP, formada por ex-integrantes do Retturn, e talvez por ser desconhecida pela maioria, só conseguiu animar o público ao tocar covers do Metallica e do Slayer, mesmo tendo ótimas composições autorais. Em seguida veio o Project 46, e a coisa foi diferente. Eles já gozam de certo prestígio na cena paulista e sua apresentação teria sido perfeita se não fosse o som estourado das guitarras, que ora estavam muito altas, ora praticamente sumiam. O Korzus também participou para lançar “Legion”, seu novo álbum de estúdio. Infelizmente, a banda teve que mudar seu set list de última hora, pois o baixista Dick Siebert sofrera um acidente alguns dias antes e foi obrigado a fazer uma cirurgia no braço direito. Por conta disso, a banda teve que às pressas convocar Soldado, ex-integrante que tocou guitarra no álbum KZS (1995) e se concentrar nas músicas mais antigas. Do novo álbum tocaram apenas “Lifeline”, que abriu o show, “Bleeding Pride”, e a faixa-título, que, por sinal, é uma das melhores composições da carreira do grupo.

Confira matéria completa em: http://heavynation.blogosfera.uol.com.br/2014/11/23/artistas-nacionais-salvam-a-noite-do-metal-allstars-em-sao-paulo/


November 25th, 2014 @ 3:40 pm | 207 views

A Agência Sob Controle, produtora responsável pela vinda de grandes nomes da música internacional ao Brasil e que também gerencia a carreira das bandas Krisiun e Confronto, acaba de fechar mais uma grande parceria.

A empresa orgulhosamente anuncia que, a partir de agora, exercerá a atividade de booking agent do Korzus, um dos nomes mais importantes da história do heavy metal brasileiro. A ideia é levar a banda para mais cidades, atingir novos Estados, realmente expandir a maravilhosa obra de Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria) pelo extenso território sul-americano.

Neste momento, o quinteto paulista celebrando inigualáveis 31 anos de carreira e coroa sua respeitável discografia com “Legion”. Este trabalho é a perfeita evidencia de que a banda está cada dia mais forte, insana e devastadora, fazendo com que seu thrash metal ecoe pelos quatro cantos do planeta. Além disso, este disco mal chegou as prateleiras e já é considerado um dos melhores lançamentos de 2014.

Produtores interessados em contratar o espetáculo devem entrar em contato o mais rápido possível através do e-mail sobcontroleproducoes@yahoo.com.br.


November 20th, 2014 @ 11:22 am | 329 views


Por Leandro Nogueira Coppi / Fotos: Pati Patah

Quando se fala em lealdade e comprometimento com a história do Thrash Metal nacional, dificilmente alguém não associará o Korzus a esses conceitos. O grupo se tornou um legítimo balzaquiano no cenário, graças aos 31 anos de uma carreira vitoriosa, estabilizada, jamais interrompida e muito menos corrompida, já que nem de longe flertou com modismos e nem se curvou diante dos percalços. Vivendo em clima de tranquilidade, graças também a estabilidade na formação que há seis anos se mantém intacta com os membros fundadores Marcello Pompeu (vocal) e Dick Siebert (baixo), os guitarristas Heros Trench e Antônio Araújo e mais o baterista Rodrigo Oliveira, o quinteto acaba de lançar o ótimo álbum, “Legion”, que tem o padrão Korzus de qualidade e isso significa que não precisa de maiores apresentações. O ‘frontman’ Marcello Pompeu recebeu a equipe do Brasil METAL História na audição do novo álbum para falar um pouco sobre esse lançamento e, de forma concisa e sem pápas na língua, nos responder a respeito do atual momento do cenário nacional, além de comentar a participação consagradora no festival “Rock In Rio”. Confira!

O Korzus está com a formação estabilizada há seis anos. De que forma isso influenciou na construção de “Legion”?
Marcello Pompeu: Ah cara, a gente fica mais tranquilo. O ambiente é mais sossegado. Quando tem alguém descontente, o ambiente fica diferente… Não digo carregado. Porque meu, uma banda que já trocou mais de dez vezes de músicos, quer que se foda. Se “nego” não quer, tchau e bênção, colocamos outro! Se hoje a gente anunciar que queremos, por exemplo, um guitarrista, vai aparecer cem mil pessoas! Lógico, cem mil eu exagerei, mas aparecerão umas cem pessoas querendo entrar na banda. Então eu não tenho mais problema com isso. Em um ambiente quando está tudo arrumadinho, bonitinho, é uma maravilha e o do Korzus hoje é muito bom. Temos divergências, mas nada que vá botar em risco o lugar de cada um nada banda. São só divergências ou opiniões diferentes.

O novo álbum “Legion” traz um trabalho de guitarras muito bom. Riffs consistentes e solos com melodias marcantes. Isso aconteceu naturalmente, ou foi planejado durante o processo de gravação?
Pompeu: Não, não. Acho que o Heros (Trench) e o Antônio (Araújo) se envolveram em “Discipline Of Hate” (2010) e isso acabou sendo um desenvolvimento natural que refletiu no novo álbum. Mas dizer à eles, ‘faça isso’ ou, ‘faça aquilo’, não. Foi natural. As músicas foram sendo lapidadas, mas um solo é algo bem individual. Então eu acho que foi uma evolução individual deles. A única coisa que eu brincava ou enchia o saco deles era se a música era Korzus ou não.

No álbum “Mass Illusion” (1991), vocês trabalharam com o produtor Roger Rocha Moreira (Ultraje A Rigor) e no “KZS” (1995) com Steve Evetts. A partir de então, você e o Heros Trench (guitarrista) tomaram gosto e passaram a produzir os álbuns do Korzus e de diversas outras bandas. Como surgiu essa parceria no ramo da produção musical?
Pompeu: Com o Korzus foram só três álbuns até agora, mas temos mais de quinhentos! Olha, a parada é a seguinte, há vinte anos comecei a trabalhar nessa área, juntando amigos e tive a oportunidade de produzir o primeiro álbum do Siegrid Ingrid (N.R.: “Pissed Off” (1995)) e dali por diante eu percebi que isso era algo que eu poderia fazer paralelamente ao Korzus. Aí começou a aparecer outra, outra e mais outra e aí cheguei a conclusão de que eu tinha que ter o meu próprio estúdio, pois até então eu estava produzindo em outros lugares. Vinte anos depois, posso ver que de repente é uma profissão, uma coisa rentável e estou trabalhando na cena. Hoje, no Heavy Metal nacional, talvez eu seja o produtor que mais tem prêmios.

Confira entrevista completa em: http://www.brasilmetalhistoria.net/2014/11/korzus-legiao-ininterrupta.html



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