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October 26th, 2015 @ 7:56 pm | 216 views


October 8th, 2015 @ 1:55 am | 167 views


Bandas fazem parte do seleto grupo dos grandes nomes da música pesada brasileira – fotos: divulgação

E o melhor do metal nacional vai invadir a região noroeste do Estado de São Paulo. As bandas Korzus e Confronto, dois grandes nomes do metal brasileiro, são duas das principais atrações do festival Ribeirão in Rock.

O evento acontece no próximo dia 17 de outubro, no estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto, e também contará com a participação das bandas Dead Fish, Gloria, Hateen, Project46 e Abiosi. Os ingressos custam de R$ 40,00 (estudante) a R$ 80,00 (inteira). Mais informações em https://www.facebook.com/RibeiraoRockFestival.

O Korzus é reconhecido como um dos nomes mais bem-sucedidos das últimas três décadas do metal brasileiro. Atualmente, Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria) estão na estrada promovendo o aclamado “Legion”, considerado um dos melhores álbuns lançados em 2014, segundo a imprensa especializada.

Clássicos como “Correria”, “Mass Illusion”, “Discipline of Hate”, “Never Die”, “Guilty Silence”, “Ties of Blood”, “Raise Your Soul”, “Truth”, “I Am your God”, “What Are You Looking For”, além das novas composições fazem parte do repertório.

Sempre evoluindo sonoramente em seus álbuns, o Korzus coroa seus inigualáveis 31 anos de carreira com mais um grande trabalho. “Legion” é a perfeita evidência de que a banda está cada dia mais forte, insana e devastadora, fazendo com que seu thrash metal continue a ecoar pelos quatro cantos do planeta.

Já o Confronto, com 15 anos de carreira, tornou-se um dos nomes mais respeitados e influentes do cenário do heavy metal e também do hardcore sul-americano. Ao longo de diversas turnês pela América do Sul e Europa, o grupo se destacou mundialmente por sua personalidade e atitude explícita. Somando mais de 200 apresentações no exterior, o grupo rompeu barreiras, cresceu, ganhou respeito e ainda vem conquistando uma legião de fãs.

Recentemente, Felipe Chehuan (vocal), Max Moraes (guitarra), Eduardo Moratori (baixo) e Felipe Ribeiro (bateria) tiveram os elogiados álbuns “A Insurreição”, “Causa Mortis”, “Sanctuarium” e “Imortal” relançados digitalmente pela renomada gravadora Deck. Músicas como “Vale da Morte”, “Infanticídio”, “Meu Inferno”, “Santuário das Almas”, “Negação”, “1h” e “Levante” vão ditar o ritmo da elogiada performance que já encantou várias cidades do Brasil.


September 23rd, 2015 @ 1:34 pm | 148 views

Esta semana trazemos Marcello Pompeu, vocalista do lendário Korzus, a banda brasileira de Heavy Metal a mais tempo em atividade na História. Pompeu nos contou muitas histórias destes 33 anos de Korzus, falou sobre a cena de Metal no país e as visões e aspirações para o movimento do Heavy Metal brasileiro no futuro!

O vocalista falou da experiência de tocar as 8 da manhã no centro de São Paulo, de seu trabalho como produtor musical e ainda compartilhou memórias da cena Metal brasileira dos anos 80.

No Orgulho Nacional, Marcello Pompeu fez uma justa e merecida homenagem a uma banda que recentemente defendeu as cores brasileiras na Europa: Nervosa.

http://www.wikimetal.com.br/site/247-marcello-pompeu-korzus-no-wikimetal/


August 5th, 2015 @ 3:45 pm | 151 views


July 31st, 2015 @ 4:20 pm | 239 views

TEXTÃO
By Marcelo Daniel / Todas as fotos por Tamy Ămunet

A última apresentação do festival ficou a cargo do Korzus. A banda integrou a coletânea em 1985 e, desde então, manteve uma militância no thrash metal brasileiro com destaques como a turnê europeia em 1992, a norteamericana em 1996 e o show no festival Monsters of Rock em 1998, além do sucesso alcançado com álbuns e videoclipes, desde o seu primeiro trabalho em estúdio, “Sonho Maníaco” (Devil Music), de 1987.

O baixista Dick Siebert é uma das figuras mais conhecidas do heavy metal brasileiro. Além de seu visual e presença de palco marcantes, há ainda seu trabalho como artista e desenhista de back drops, banners em tecido feitos manualmente para diversas bandas nacionais e, também, a longevidade na cena — ele e o vocalista Marcello Pompeu são os únicos da formação original. Curiosamente, durante os ensaios realizados no início da década de 80 em um local atrás do Shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo, ele e o colega de microfone eram os dois únicos “estrangeiros”, ligeiramente mais velhos e vindos da periferia.

“Naquela época ninguém pensava como músico, como empresa, como negócio, em fazer show, vender camisa, era piração. Isso tudo era uma piração, era como tocar um air guitar no quarto”, comenta Siebert.

Com letras em português e, em sua maioria, em inglês, uma apresentação do Korzus assistida em vídeo já é de arrepiar. Ao vivo, a energia que a banda invoca no palco faz do show uma experiência de emoção, rapidez e violência sonora.

O pedal duplo e as duas guitarras que praticamente duelam na introdução de “Guerreiros do Metal” e antecedem a letra da música que lançou a banda ao País, após Luis Calanca ter assistido a uma performance do grupo no Parque Ceret e tê-los convidado para a SP Metal – Vol. 2.

“Está na hora de rompermos todas as barreiras. Nem trovões, nem tempestades mudarão nossos passos”. O canto gritado de Pompeu inicia a abertura de uma clareira no centro do público no SESC Belenzinho e tem início um moshpit com a intensidade que o som do Korzus costuma proporcionar. Um sujeito nitidamente mais velho que o restante da galera, de moletom cinza e cabelo grisalho nas laterais se vira como pode em meio ao confronto físico; duas garotas — uma mais baixa, com visual pin-up e outra loura, vestindo uma peita do Sodom, não se intimidam entre os empurrões e cotoveladas. Mas a grande massa da roda ainda é a molecada, enquanto a música prossegue.

“E não adianta vocês tentarem nos vencer. Porque lutamos pelo metal!”, eles são a maioria, jovens na casa dos 20 anos, com aquela invencibilidade que só essa fase da vida proporciona, se jogando uns contra os outros no caos ordenado do bate cabeça que, enquanto se choca, gira em sentido anti-horário; cabeludos, carecas, de boné, fãs incontestáveis daquele estilo de música (de vida?) que o bolachão da SP Metal revelou praticamente uma década antes deles sequer terem nascido.

O vocalista do Korzus parece compreender, do palco, essa renovação e, emocionado, conta que, naquela época, um jovem vestido como headbanger era barrado em shopping centers e até mesmo em pizzarias do extinto Grupo Sérgio, tradicional rede popular de São Paulo. “E hoje, nós estamos aqui e o importante não é só a festa, mas olhar para o Luis Calanca e dizer que, sem ele, talvez a nossa banda não existisse”.

Matéria completa: http://noisey.vice.com/pt_br/blog/30-anos-sp-metal



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