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July 31st, 2015 @ 4:20 pm | 281 views

TEXTÃO
By Marcelo Daniel / Todas as fotos por Tamy Ămunet

A última apresentação do festival ficou a cargo do Korzus. A banda integrou a coletânea em 1985 e, desde então, manteve uma militância no thrash metal brasileiro com destaques como a turnê europeia em 1992, a norteamericana em 1996 e o show no festival Monsters of Rock em 1998, além do sucesso alcançado com álbuns e videoclipes, desde o seu primeiro trabalho em estúdio, “Sonho Maníaco” (Devil Music), de 1987.

O baixista Dick Siebert é uma das figuras mais conhecidas do heavy metal brasileiro. Além de seu visual e presença de palco marcantes, há ainda seu trabalho como artista e desenhista de back drops, banners em tecido feitos manualmente para diversas bandas nacionais e, também, a longevidade na cena — ele e o vocalista Marcello Pompeu são os únicos da formação original. Curiosamente, durante os ensaios realizados no início da década de 80 em um local atrás do Shopping Morumbi, na zona sul de São Paulo, ele e o colega de microfone eram os dois únicos “estrangeiros”, ligeiramente mais velhos e vindos da periferia.

“Naquela época ninguém pensava como músico, como empresa, como negócio, em fazer show, vender camisa, era piração. Isso tudo era uma piração, era como tocar um air guitar no quarto”, comenta Siebert.

Com letras em português e, em sua maioria, em inglês, uma apresentação do Korzus assistida em vídeo já é de arrepiar. Ao vivo, a energia que a banda invoca no palco faz do show uma experiência de emoção, rapidez e violência sonora.

O pedal duplo e as duas guitarras que praticamente duelam na introdução de “Guerreiros do Metal” e antecedem a letra da música que lançou a banda ao País, após Luis Calanca ter assistido a uma performance do grupo no Parque Ceret e tê-los convidado para a SP Metal – Vol. 2.

“Está na hora de rompermos todas as barreiras. Nem trovões, nem tempestades mudarão nossos passos”. O canto gritado de Pompeu inicia a abertura de uma clareira no centro do público no SESC Belenzinho e tem início um moshpit com a intensidade que o som do Korzus costuma proporcionar. Um sujeito nitidamente mais velho que o restante da galera, de moletom cinza e cabelo grisalho nas laterais se vira como pode em meio ao confronto físico; duas garotas — uma mais baixa, com visual pin-up e outra loura, vestindo uma peita do Sodom, não se intimidam entre os empurrões e cotoveladas. Mas a grande massa da roda ainda é a molecada, enquanto a música prossegue.

“E não adianta vocês tentarem nos vencer. Porque lutamos pelo metal!”, eles são a maioria, jovens na casa dos 20 anos, com aquela invencibilidade que só essa fase da vida proporciona, se jogando uns contra os outros no caos ordenado do bate cabeça que, enquanto se choca, gira em sentido anti-horário; cabeludos, carecas, de boné, fãs incontestáveis daquele estilo de música (de vida?) que o bolachão da SP Metal revelou praticamente uma década antes deles sequer terem nascido.

O vocalista do Korzus parece compreender, do palco, essa renovação e, emocionado, conta que, naquela época, um jovem vestido como headbanger era barrado em shopping centers e até mesmo em pizzarias do extinto Grupo Sérgio, tradicional rede popular de São Paulo. “E hoje, nós estamos aqui e o importante não é só a festa, mas olhar para o Luis Calanca e dizer que, sem ele, talvez a nossa banda não existisse”.

Matéria completa: http://noisey.vice.com/pt_br/blog/30-anos-sp-metal


July 30th, 2015 @ 6:55 pm | 205 views

Marcelo Moreira

O metal dominou o final de semana paulistano com duas grandes celebrações, uma no Sesc Belenzinho (SP Metal 30 Anos) e outra no Centro Cultural São Paulo, com shows de música extrema. A pergunta que todos fizeram: por que tudo no mesmo dia – ou nos mesmos dias?

Com lotação esgotada e ambiente intimista, Krisiun e Korzus mostraram porque estão no “top 5″ do rock brasileiro de nível internacional. As duas bandas soman quase seis décadas de experiência e qualidade.

Contribuiu para a lotação da sala Adorniran Barbosa, no Centro Cultural, o preço mais baixo do que o normal. A fila de fãs saia do local e se estendia pela calçada – coisa semelhante ocorreu no dia seguinte, com o Korzus.

Korzus e Capadocia

No dia seguinte, um agradável domingo à tarde (26 de julho), o Korzus teve a missão de manter o nível do Krisiun. E conseguiu, com uma apresentação memorável, explorando ao máximo seus dois grandes álbuns recentes, “Discipline of Hate” e “Legion”…

…Rapidamente o Korzus entrou no palco para detonar, já que tinha apenas pouco mais de uma hora para tocar. E o quinteto paulistano fez um grande show, com a mesma intensidade do Krisiun.


Korzus também arrebentou na sala Adoniran Barbosa (FOTO: MARCELO MOREIRA)

O som estava um pouco fora da equalização – as microfonias denunciaram -, mas os cinco loucos nem ligaram: passaram o rolo compressor por cima e mostraram um death metal antigo com sonoridade moderníssima, com a dupla de guitarristas massacrando os ouvidos.

A sequência de pauladas foi insana: “Correria”, “Mass Illusion”, “Discipline of Hate”, “Never Die”, “Guilty Silence”, “Ties of Blood”, “Raise Your Soul”, “Truth”, “I Am your God”, “What Are You Looking For”…

O entrosamento entre Heros Trench e Antonio Araújo é absurdo, com timing perfeito, e eles aproveitaram bem o esquema da sala Adoniran Barbosa, quadrangular e que oferece interação maior com o público.

O destaque na parte final foi a homenagem que o baterista Rodrigo Oliveira fez ao filho Christian, de 16 anos, que assumiu a bateria em uma das músicas – e o moleque mostrou que toca muito bem.

Foram dois dias de metal extremo brasileiro e com casa lotada, embora as bandas que tocaram sejam gigantes. Quem sabe o local não vira um encontro mensal de fãs de metal para bandas nem tçao estreladas, em um monento onde há poucos locais no Brasil para o rock autoral?

Matéria completa em: http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2015/07/29/com-lotacao-esgotada-krisiun-e-korzus-brilham-em-sao-paulo/


July 24th, 2015 @ 11:10 am | 223 views

Roupas pretas. Tatuagens. Metal. E claro, games! Os músicos e fãs de metal são conhecidos pelo visual escuro e pelo som pesado, e o estilo vem ganhando cada vez mais espaço na cena nacional. As bandas brazucas e sua legião de fãs conquistam adeptos por todos os lados e mostram que temos música de qualidade que fica de igual pra igual (e até mesmo se sobressai) diante do que é importado de todas as partes do mundo.

Fomos atrás desses músicos para descobrirmos os jogos preferidos dos headbangers brasileiros: o que eles amam jogar nas horas livres, no backstage ou no caminho de volta pra casa. E se você está pensando que daqui só vão sair jogos de guerra, matança ou monstros, prepare-se para grandes surpresas!

Começamos com a banda pioneira de thrash metal Korzus, ativa na cena desde 1983. O icônico vocalista Marcello Pompeu revelou que quando sobra um tempo livre, corre para os gramados com o FIFA “Gosto de jogar com o Barça e o Real Madrid. E também Brasil e Argentina. Jogo online, com os amigos, sozinho…de qualquer jeito!”. É, esse curte um confronto direto!

Matéria completa: http://geekness.com.br/rocknroll-e-games-jogos-preferidos-dos-metaleiros-brasileiros/


July 1st, 2015 @ 4:44 pm | 192 views


June 26th, 2015 @ 10:55 pm | 400 views



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